segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Terra & Chuva

Imagem de Francine Van Hove


Desejava agora ser onda no mar,
Ser terra molhada de chuva
E embebedar-me de amores uma vez mais.
Desejava ser palavra cantada,
Poesia alada,
Barco queimando no cais.



7 comentários:

Ivan Bueno disse...

Escafandrista novo chegando. Também gostei do blog e então chego pra ficar, já sou seguidor.

Esses desejos de ser e ter o essencial que sempre nos habitam, nós, pensantes. Nem sempre o essencial vem nos completar a essência, mas vamos, alados, em busca.
Gostei muito!

Beijo grande e obrigado pelo comentário. Volte sempre e siga lá, também.

Ivan Bueno
blog: Empirismo Vernacular
www.eng-ivanbueno.blogspot.com

CARLA STOPA disse...

Adorei mergulhar aqui...Boas águas me trouxeram...Parabéns.Depois passa no Escrevência...
www.carlamaria3.blogspot.com

Por que você faz poema? disse...

Gostei bastante da força e sonoridade dos versos, de verdade.

Paulo Francisco disse...

Gostei dessa invasão aquática... das labaredas deste návio queimando.

Cris disse...

Bom gosto na escolha da imagem... Desejos... mto interessante seu verso. Bjãooo Rafa.

Wanderley Leimgruber disse...

Tb gostei bastante de sua produção... Áchei, inclusive, que nossas últimas publicações tem uma certa semelhança. Sincronicidade ou força do acaso.

Obrigado pela visita e volte sempre.

barulhos disse...

Neste momento desejo uma taça de vinho - já que incitou-se à desejar as coisas que provavelmente nos deixariam serenos.

(disse para mim mesmo que iria beber vinho)


abraços