sábado, 21 de agosto de 2010

Dos meus manuscritos




Escrevi a ti estas palavras tomando todo o cuidado de não revelar-te a ti mesmo quando leres, para que não te tornes ainda mais convencido do que já és. Tomei cuidado também de escrever em prosa ou fazer poesia sem rima para que não pareça demasiado romantismo meu. Escrevi apenas para falar do meu desejo de ainda ter-te, para que saibas que "esquecer-te" é verbo inexistente sem nenhum equivalente no meu vocabulário. E porque és assim tão meu e tão distante e porque deixaste-me antes de ter-me, por isso conto ainda as horas para encontrar-te.

6 comentários:

Marcio Nicolau disse...

Belo manuscrito. Me ganharia.

Marcio Nicolau disse...

Na verdade, me ganhou.

Flor com Espinhos disse...

eu adorei seu manuscrito. eu fico meio mole e mais sensível quando passo por aqui. aqui mexe comigo.

Paulo Francisco disse...

O verbo, será sempre o AMAR... texto bom de ser lido, fico imaginando como seria se ele fosse falado ao pé do ouvido...

Grifo disse...

Também já não passava por aqui à algum tempo... :)

Tenho estado meio ausente da blogosfera. :P

Anna K. Lacerda disse...

então cante: FUTUROS AMANTES, QUIÇÁ SE AMARÃO SEM SABER COM O AMOR QUE EU UM DIA DEIXEI PRA VOCÊ