segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Nascimento dos versos

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é curioso... eu escrevo
sobre coisas que sinto,
mas que não entendo.
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As palavras acariciam-se umas às outras em versos. Docemente espalham-se sobre o papel e bailam, ininterruptamente, num movimento fluido e quase natural. É como se juntas formassem uma coisa só, uma receita de bolo caseiro, uma brincadeira de criança, um bloco de carnaval. Unem-se e escorregam umas entre as outras, numa orgia literária. Eu observo, boba, cada palavra tomar vida própria num papel em branco e presencio uma poesia dar vida a si mesma, parindo-se: velha, mãe e virgem, arquétipo de si.




Respondendo aos comentários da postagem anterior... Beijos!!!

3 comentários:

Liza Leal disse...

Sentindo a luz de teus versos...
Lindos, por sinal.

bj,
bom dia!
=)

Sandrio cândido. disse...

Eis o segredo tão belo da poesia- beijos

ϟ Cynthia Brito disse...

Realmente as palavras são interessantes... ás vezes é mais simples definir com palavras o outro que nós mesmos!

Obrigada pela presença em meu cantinho! As flores ficaram alegres!

beijos.