quinta-feira, 21 de julho de 2011

Déjà Vu

Passam as horas e eu penso nos versos que gostaria de ter escrito. Penso naqueles que escrevi e não publiquei, penso naqueles que publiquei e senti que já os tinha escrito antes. Déjà vu, deixa vir o verso. Deixa que a poesia nasce por si só, passa anos a gerar-se num espaço qualquer da alma e, num dia qualquer, nasce. Nasce e brilha, porque poesia é que nem estrela, revela-se.

8 comentários:

Paulo Francisco disse...

Sabe que eu tenho a mesma sensação.
Adorei!
Um beijo grande

Sandrio cândido. disse...

" a poesia é como estrela, revela-se"
e brilha imensamente em nossas noites escuras
beijos querida.

Leandro Luz disse...

Ah, Rafa, eu tenho certeza de que se você morasse aqui pelas bandas do Rio você faria parte do meu círculo íntimo de amizades.
rs

Tenta esse link:
(Novo disco do Chico Buarque) http://www.megaupload.com/?d=63ILQTIX Senha: rcd

Leandro Luz disse...

Hahaha'
Nem foi! Sou péssimo para consolar as pessoas! rs

Cara, o disco tá lindo! Eu comprei o meu e já chegou aqui em casa. Você vai adorar sem dúvida alguma.
;)

Beijooos.

Liza Leal disse...

Tua estrela reluz c/força e graça

bjo
bom dia!

Cris disse...

Sempre mto bom receber sua visita.
Seja estrela sempre. Bjãooo Ü

Marcelo R. Rezende disse...

E a sua se revela como uma das mais gostosas de se admirar!

Beijo!

A Escafandrista disse...

Que elogio, Marcelo! Fico muito grata!