Nunca esquecer
Nunca esquecer as brincadeiras da infância
A cadeira de balanço dos avós
As músicas de ninar
Nunca esquecer os gostos dos bolinhos com café
Dos banhos de chuva e de mar
Nunca esquecer o primeiro namorado
O primeiro diário, o primeiro beijo
O primeiro palpitar no peito
Nunca esquecer das horas de sono perdidas
Das fantasias vividas
E da ânsia pelo novo e por tudo o que ainda está por ser
Nunca, nunca, nunca esquecer
2 comentários:
nunca esquecer...é nossa contrução e pro mtas vezes é o que nos salva...gostei ...
Não esquecemos, pois que é aquilo que está grafado na nossa memória poética, como diria Kundera. A beleza de uma amizade, de uma conversa que não procura chegar a lugar nenhum, mas que acaba por nos ajudar a desvelar a interrogação que procuramos responder. Ou não, nem sempre acharemos a resposta. Mas a beleza de uma amizade singela cobre todas as imperfeições do nosso débil raciocínio.
Bom lhe ter de volta. Os artistas de alma devem se aproximar e conspirar. Conspirar pela execução da mudança inevitável. Conspiradores da beleza simples e verdadeira.
Bom estar contigo, compartilhar e descobrir junto.
Paz e luz.
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